Recortes de pessoas de papel

Content marketing, ou em Português, marketing de conteúdos, é o que está na bera de momento, e não é por menos.

Caso queira atrair pessoas, através de conteúdo, para o seu website, educá-las e convertê-las em clientes, o conteúdo tem de ser útil e “acionável”.

Conteúdo acionável significa permitir que o utilizador tome uma ação. Note a palavra-chave “permitir”. Não é vender à força nem convencer agressivamente.

A sua copy (texto) tem de ser persuasiva, educando o potencial cliente e permitindo que este tome alguma ação que vá ao encontro dos seus objetivos.

[bctt tweet=”Conteúdo ‘acionável’ significa permitir que o utilizador tome uma ação.”]

O problema é que a maioria do conteúdo criado pelas empresas, seja no website (artigos) ou em redes sociais (publicações) tem pouco ou nada de “acionável”. A maioria do conteúdo criado é para empurrar produtos e serviços (em vez de agregar valor) ou criar conteúdo por criar.

Está a perder tempo e correr na roda que nem um porquinho da índia. É por isso que não está a ter resultados, e assim torna-se difícil de conseguir medir o seu retorno que investe em content marketing.

Hamster a correr em roda

É por isto que não está a ter resultados.

Crie conteúdo “acionável”.

Quando adiciona uma call-to-action (apelo à ação) no seu website, seja um botão para comprar um produto, requisitar um serviço ou pedir um contacto, tecnicamente, isso é uma coisa “acionável”.

O problema é que a maioria das pessoas não vão agir sobre isso, simplesmente porque você quer. Da mesma maneira que não se vão subscrever na sua caixinha de newsletter só porque você quer. Se não tem um incentivo porque é que elas haviam de querer lhe dar a si os seus dados pessoais?

Caixa subscrição newsletter

O que é que eu ganho com isto?

Para as pessoas agirem elas têm de confiar em si. Se o conteúdo que criou, um artigo no seu blog, não cria valor ou confiança, eles não irão agir nem se converter.

Ter um apelo, ou chamada de ação é como dar a alguém uma moto, mas ele(a) não pode andar nela porque: 1) a moto não tem gasolina, 2) a moto não tem chaves e 3) você não tem carta ou não sabe andar.

A mota tem poder para andar, você é que não tem os recursos necessárias para andar com ela.

Por isso criei a escada que deve seguir para ter conteúdo acionável que converte as pessoas em clientes.

  1. Remover a dor
  2. Agregar valor
  3. Criar relacionamento
  4. Obter confiança
  5. Agir
Escada em pirâmide

Mais importante: de baixo para cima, resolver a dor é o primeiro degrau.

Este escada baseia-se em remover a dor do seu cliente, esse é o passo mais importante. Não interessa se isso é feito com um artigo, com imagem, com vídeo, com um ebook. O que interessa é resolver a dor da pessoa. O que é que não deixa dormir o seu cliente à noite?

Se o seu conteúdo não lhes resolve a dor, é inútil.

    Eis uma aplicação direta deste esquema:

  • Resolva a dor do seu potencial cliente, para ganhar a confiança deles;
  • Após resolver a dor, apresente uma solução que agregue valor;
  • Depois de agregar valor, crie um relacionamento com eles;
  • Criada essa relação, começará a ganhar a confiança deles;
  • Tendo a confiança deles, eles irão agir no que lhes pedir.
  • A confiança não se faz, ela tem de ser merecida.

A confiança não se fabrica, ela tem de ser merecida.

O que faz para a merecer é criar relacionamentos, que encurtam a distância entre “penso que me poderão ajudar” para “Eu sei que me conseguem ajudar”.

Saber as dores do seu consumidor é parte integral de criar a sua estratégia de marketing. Ao saber o que não os deixa dormir, pode começar a criar conteúdo acionável que converte.

[bctt tweet=”A confiança não se fabrica, ela tem de ser merecida.”]

Se precisar da nossa ajuda, contacte-nos para uma consultoria por via do nosso website ou através do meu perfil de consultor em https://clarity.fm/portugal

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